“Jesus chamou-os e deu-lhes esta lição: ‘Sabeis que os que são considerados chefes das nações dominam sobre elas e os seus intendentes exercem poder sobre elas. Entre vós, porém, não será assim: todo o que quiser tornar-se grande entre vós, seja o vosso servo; e todo o que entre vós quiser ser o primeiro, seja escravo de todos. Porque o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em redenção por muitos’.” (Marcos 10,42-45)
Aqui Jesus redefine o que muitas pessoas entendem como “grandeza” ou, em termos modernos, “sucesso”. A medida da grandeza, segundo Ele, é o serviço; a extensão em que alguém serve; que se dá de si mesmo.
Então, que eu veja qualquer trabalho ou interação que eu tenha hoje sob essa luz; à luz do serviço ao próximo, em vez do servir a si próprio. Isso significa que, se estou fazendo alguma coisa, seja cozinhando uma refeição para os entes queridos, cantando no coro da igreja ou dando uma palestra em algum lugar, que seja para oferecer a mim mesmo, em vez de impressionar, ou de alguma outra maneira “exercer poder” sobre os outros. Se eu fizer uma chamada telefônica para alguém, que a outra pessoa seja ouvida, em vez de eu apenas descarregar minhas próprias opiniões ou problemas. De qualquer forma, creio que essa abordagem é silenciosamente recompensadora, enquanto que a egocêntrica é insaciável. Como tal, ela leva apenas à insatisfação e frustração. A abordagem de Deus para o serviço, por acaso, é mais fácil do que aquela dominada pelo conceito evasivo do “sucesso” egocêntrico.
Versão brasileira: João Antunes
© 2019, Sr. Vassa Larin
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