“Venha o teu Reino…” (Mateus 6,10)
No que diz respeito aos “reinos”, tenho hoje uma variedade de escolhas, quanto a qual vou habitar. Eu mesmo posso escolher ser o “rei”, tentando controlar a todos e a tudo à minha volta. Ou posso fazer de outra pessoa ou outra coisa qualquer a minha autoridade suprema, e depois depender dessa pessoa ou coisa, para que ela determine as minhas ações, aspirações, estado de espírito, e assim por diante. Mas sei, nesta altura da minha vida, que ambas estas opções conduzem a um caminho infeliz; um caminho de auto-suficiência solitária, ou de dependência opressora.
Sou grato hoje aos vários lembretes, a começar pelo Pai Nosso, do Reino que sou chamado (mas não obrigado) a adotar, em liberdade: “o Teu reino”; o reino de Deus. Afirmo esta escolha também no início de cada Divina Liturgia: O sacerdote proclama: “Bendito seja o Reino do Pai e do Filho e do Espírito Santo, agora e sempre, e pelos séculos dos séculos”, e eu respondo: “Amén!”.
Reafirmo esse “Amén” esta manhã, dizendo “venha o Teu Reino”, com as suas próprias leis, centradas na Cruz. Ele tem as suas próprias prioridades e “lógica”, a partir do Logos. Que Ele seja hoje o meu Rei. “Pois Teu é o reino e o poder e a glória, do Pai e do Filho e do Espírito Santo, agora e sempre, e pelos séculos dos séculos”. Amén!
Versão brasileira: João Antunes
© 2016, Ir. Vassa Larin
Reflexões com café na manhã: 365 devoções diárias para pessoas ocupadas
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