
Na manhã desta segunda-feira, reflitamos sobre ter fé ou confiança em Deus, enquanto cumprimos nossas responsabilidades, mesmo quando não temos conhecimento de Sua presença em nossa vida. É sobre isso que trata a leitura do Evangelho de hoje (João 4,46-54, caso queira ler): É sobre o funcionário real de Cafarnaum, que vem a Caná da Galileia para implorar a Jesus que venha curar seu filho, que estava morrendo. Nosso Senhor responde a ele dirigindo-se não apenas a esse homem, mas a todos nós, na segunda pessoa do plural: “Se não virdes sinais extraordinários e prodígios, não acreditais” (João 4,48). Então o homem insiste: “Senhor, desce até lá, antes que o meu filho morra”. Mas Jesus lhe diz: “Vai, que o teu filho está salvo”. Portanto, nosso Senhor não faz exatamente o que o homem pede; Ele não “desce” com o homem, mas o desafia a “ir”, confiando na palavra do Senhor. Então “o homem acreditou nas palavras que Jesus lhe disse”, observa o Evangelista João, “e pôs-se a caminho”. E seu filho foi curado, como ele ficou sabendo enquanto voltava para casa.
Hoje quero ter comigo o desafio do Senhor ao longo do meu dia, como se Ele tivesse dito isso para mim: “Vai”; faça o que foi chamado a fazer, de acordo com as responsabilidades de sua vocação, e confie que, seja qual for sua maior preocupação ou medo nesta manhã, eu estarei lá, fazendo o que faço, dando vida às suas situações mais sombrias, como Seu Senhor vivificante.
Graças Te dou, Senhor, por Tua presença constante em nossas vidas, nas quais nunca estamos sozinhos ao “pôr-nos a caminho”.
Versão brasileira: João Antunes
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