
“Aquele que habita sob a proteção do Altíssimo (Ὁ κατοικῶν ἐν βοηθείᾳ τοῦ Ὑψίστου / Живый в помощи вышняго) e mora à sombra do Onipotente…” (Salmo 90,1)
É nossa escolha, estou refletindo nesta manhã de segunda-feira, “habitar sob a proteção” de Deus (ou não). Mas “habitar” sob a proteção de Deus não é algo que esteja ao nosso alcance. Essa é a promessa e a bênção de Deus para nós, que chega à nossa vida conforme continuamos a “habitar” sob a Sua proteção em vez de apenas na autossuficiência.
Como é “habitar sob a proteção” de Deus? Pode ser tão simples ou tão complicado quanto quisermos tornar isso, dependendo de nossas circunstâncias pessoais e capacidade de oração. Envolve ação decisiva, um dia de cada vez: Tomamos a decisão, todas as manhãs, de nos entregarmos aos cuidados de Deus, depois pedimos proteção a Ele por meio de um pouco de oração sincera (ou muito) e, no final do dia, antes de dormir, agradecemos a Ele por Sua proteção, do fundo do coração. Também podemos pedir Sua proteção através de pequenas orações ao longo do dia. Prefiro orar brevemente, mas com frequência, provavelmente porque minha capacidade de atenção e paciência é muito curta para orações longas. Penso que a oração é um pouco como a comida, no sentido de que algumas pessoas comem muito apenas uma ou talvez duas vezes por dia, enquanto outras comem pouco, mas com mais frequência. De qualquer forma, a nutrição do alimento (e da oração) continua a nos “energizar” entre nossas grandes ou pequenas “refeições”.
“Habitemos sob a proteção do Altíssimo” nesta segunda-feira, queridos amigos, porque, ao fazermos isso, de fato “moraremos à sombra do Onipotente”, que é um lugar pacífico e cheio de júbilo.
Versão brasileira: João Antunes
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