CHAMADOS À FELICIDADE

Feliz o homem que não segue o conselho dos ímpios,
nem se detém no caminho dos pecadores,
nem toma parte na reunião dos libertinos;
antes põe o seu enlevo na lei do SENHOR
e nela medita dia e noite.” (Salmo 1,1s)

O que realmente nos torna “felizes” ou, em termos bíblicos, “bem-aventurados”? Tanto o Livro dos Salmos no Antigo Testamento, citado acima, quanto o Sermão da Montanha no Novo Testamento (“Felizes os pobres em espírito…”) começam abordando essa questão, para que não pensemos que Deus não quer que sejamos felizes.

O primeiríssimo Salmo começa nos dizendo que seremos “felizes” se não procurarmos seguir o conselho de, nem nos unirmos no mesmo caminho, nem “tomar parte” (um lugar de autoridade) entre os vilões do nosso mundo. Não encontramos alegria em sermos jogados de um lado para o outro pelas tendências em constante mudança no “tribunal” da opinião humana, dizendo-nos o que é importante focar hoje, o que é importante celebrar ou ficar com raiva ou desprezar hoje, a fim de estarmos “na moda”, a fim de sermos ou parecermos bem-sucedidos aos olhos meramente humanos de qualquer microcosmo em que habitemos. Nosso foco e nosso “enlevo” devem ser encontrados em outro lugar, na “lei do SENHOR”, que muitas vezes é contracultural e, portanto, libertadora da tirania dos dias atuais.

Deus, permita que sejamos bem-aventurados e livres pela alegria com a qual somos chamados a trabalhar, contemplando a Tua palavra e a Tua verdade, à medida que elas orientam e inspiram nossas rotinas dia e noite. “Bendito sejas, SENHOR! Ensina-me as tuas leis” (Salmo 118/119,12).

Versão brasileira: João Antunes

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