A ALEGRIA DA MUDANÇA

Depois, quando se encontrava à mesa em casa de Levi, filho de Alfeu, muitos cobradores de impostos e pecadores também se puseram à mesma mesa com Jesus e os seus discípulos, pois eram muitos os que o seguiam. Mas os doutores da Lei do partido dos fariseus, vendo-o comer com pecadores e cobradores de impostos, disseram aos discípulos: ‘Por que é que Ele come com cobradores de impostos e pecadores?’. Jesus ouviu isto e respondeu: ‘Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os enfermos. Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores’.” (Marcos 2,15ss)

De fato, a hipocrisia dos fariseus e dos escribas não é nada divertida. Eles apenas resmungam da mesma maneira de sempre, encontrando falhas em todas as pequenas e grandes coisas que o Senhor faz. Mas os cobradores de impostos e os pecadores O seguiam e “se punham a mesa” com Ele, com os ouvidos, os olhos e o coração bem abertos para uma comunhão alegre e humilde com o Deus-Homem. E sua disposição para recebê-l’O, — para receber Sua luz e verdade, — abre as vidas deles para a mudança; para a aventura do “arrependimento” (ou “meta-noia”, que significa “mudança de mente” ou “mudança de foco”).

Que eu seja dócil hoje, para que eu possa estar aberto à(s) mudança(s) que Deus quer para mim. Que eu me aproxime d’Ele, não como alguém que tem tudo planejado, mas como alguém muitas vezes perdido, que precisa ser levado de volta para casa, nos ombros de Alguém muito mais forte do que eu. Que eu pare de andar em círculos, em minha própria cabeça, e me entregue a Ele hoje. “Bendito sejas, SENHOR! Ensina-me as tuas leis” (Salmo 119,12).

Versão brasileira: João Antunes

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