“Então, Pedro aproximou-se e perguntou-lhe: ‘Senhor, se o meu irmão me ofender, quantas vezes lhe deverei perdoar? Até sete vezes?’. Jesus respondeu: ‘Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete’.” (Mateus 18,21s)
Li a passagem acima esta manhã e pensei: Que tipo de pessoa pecaria contra outra certa pessoa “setenta vezes sete”? Parece alguém preso na mesma rotina pecaminosa, e caindo nela uma e outra vez — como um viciado. E essa pessoa, diz o Senhor, vai receber perdão, uma e outra vez —, por mais “descabidamente” simples que isso possa soar.
Mas na verdade, esta é a forma “descabida” como Deus aborda os meus pecados, muitos dos quais tenho tendência a repetir, uma e outra vez. Ele perdoa-me, uma e outra vez. Que eu seja grato por este fato surpreendente hoje, e faça o mesmo. Que eu atire o “cabimento” janela a fora, quando se trata de pecados frequentemente repetidos contra mim. Que eu perdoe a mim mesmo e aos outros, porque o perdão, muito simplesmente, liberta-me.
Versão brasileira: João Antunes
© 2016, Ir. Vassa Larin
Reflexões com café na manhã: 365 devoções diárias para pessoas ocupadas
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